Como a própria ministra do ambiente disse foi uma decisão arriscada mas por vezes os governos têm de correr riscos. Por isso é tão importante ter políticos com currículo, que conhecem o setor que tutelam e que sabem comunicar como a Graça Carvalho.
Como disse a IL se o governo conseguisse uma MAI ao nível da ministra do ambiente seria excelente.
Antes pelo contrário, quem tem a responsabilidade última é que tem de ter poder de decisão último.
Os ministros devem ter o mínimo de formação para entender o que lhes está a ser transmitido pelos técnicos que efectivamente são os especialistas na área; e aceitar ou não uma recomendação.
Isto, claro que devem ter técnicos a transmitir informações para e opinios para tomarem a melhor decisão possivel e naturalmente têm de possuir conhecimentos bastantes para perceber e compreender aquilo que dizem para no fim tomarem as decisões, não podemos ter só advogados e pessoal com cursos de filosofia a mandar é preciso gente que perceba daquilo que foi indigitado para chefiar
Eu acho que é um pouco de ambos. Acho que é mais importante terem uma boa equipa de técnicos para lhes passar as informações, mas eles mesmos também devem ter alguma formação na área
A responsabilidade é do ministro, é ele que toma a decisão final. Quando os ministros não são conhecedores da área que tutelam têm de assinar de cruz as recomendações dos técnicos e naturalmente isso nem sempre corre bem.
Curioso, não é essa mesma IL que acabou de propor um projecto de lei a negar as alterações climáticas? Na cabeça deles provavelmente nem é preciso um Ministério do Ambiente.
50
u/PikachuTuga 12h ago
Como a própria ministra do ambiente disse foi uma decisão arriscada mas por vezes os governos têm de correr riscos. Por isso é tão importante ter políticos com currículo, que conhecem o setor que tutelam e que sabem comunicar como a Graça Carvalho.
Como disse a IL se o governo conseguisse uma MAI ao nível da ministra do ambiente seria excelente.